Varejo porta a porta na crise

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O que se vê por aí é um cenário caótico e reestruturador com empresas tradicionais tomando decisões desesperadas, fechando portas e mudando o seu rumo de atuação no mercado.

Quem vende eletrônicos e eletrodomésticos anda sentindo mais. A exemplo, no ano passado estava programado fechar 19 lojas do ponto frio e casas bahia, no entanto, foram fechados 28 lojas do Pontofrio e 3 das Casas Bahia. Além disso, as pessoas tem adotado planos de redução de despesas incluindo cortes em ações marketing, alugueis, logísticas e também de pessoal.

Ao mesmo tempo que o medo e ações desesperadas se espalham pelo país, empreendedores do comércio eletrônico tiveram faturamento de cerca R$ 41,3 bilhões só em 2015, considerando apenas uma pesquisa realizada pelo E-bit. Se o mundo das lojas enfrenta “terremotos”, os empreendedores com negócios na nuvem encontram oportunidades e lugar ao Sol com bons ventos. E não é só isso, o mundo do varejo porta-a-porta continua forte embora tenhamos registrado quedas de vendas em nossas próprias pesquisas. Ainda seguro, o varejo porta-a-porta tem atraído empreendedores de comércios tradicionais de shoppings centers para o mundo dos sacoleiros e sacoleiras. É o caso da empresa Marisa, que tinha presença física em shoppings, prédios próprios e loja online e que recentemente passou a recorrer ao varejo porta-a-porta para superar a crise.

O que observamos é que o varejo de eletrônicos anda sofrendo muito nessa crise, mas a indústria da moda continua firme no comércio eletrônico e no varejo porta-a-porta. As dificuldades existem mas há uma geração de empreendedores de punho firme distribuindo e vendendo.

E assim, esperamos que 2016 seja melhor pra todo mundo.

Referências

 

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